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Comissões intermediárias angolanas são consideradas negativas para sector empresarial internacional

A realização de serviços de intermediário em Angola, habitualmente chamado de “mixa”, é tido como uma prática negativa no contexto empresarial internacional, segundo o empresário Délcio Fernandes.

O empresário ressaltou o impacto internacional que Angola dispõe no exterior, durante o programa “Contas da Hora” da LAC, e referiu que o contexto contabilístico e fiscal angolano poderá estar condicionado negativamente, por meio da realização desta prática social.

Délcio Fernandes afirmou que o reconhecimento dado as Comissões Intermediárias não significa legalizar a “mixa”, sendo que considera ser um trabalho decente, que prevê o agenciamento de transacções institucionais.

O empresário fez saber ainda que o profissional intermediário surge na necessidade de auxiliar na execução de trabalhos, em que outros profissionais se encontram indisponíveis ou incapacitados para realizar.

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