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Falta de ética governamental dificulta conclusão das obras públicas em Angola

As constantes obras públicas estagnadas em todo território nacional resulta de uma possível falta de ética e indícios de corrupção no seio da governação angolana, segundo os comentaristas LAC, José Guerreio e Rui de Castro.

Os analistas teceram as suas ideias durante o programa “Jornal 7 dias” da LAC, e afirmaram que o constrangimento que Angola tem vivido no sector das obras públicas acontece devido à corrupção e o desvio à norma das entidades responsáveis.

Para José Guerreiro o sector que mais sofre com a corrupção em qualquer estado é o das obras públicas, uma vez que a maioria dos envolvidos acabam por se tornar milionários sem justificativas plausíveis, pois, indica que a fiscalização quase que é isenta.

“Os investimentos do Estado nas obras públicas incubem a ética dos funcionários, e a falta de ética é sinonimo de corrupção. E não há dúvidas que isto é uma realidade no país” afirmou.

Por outro lado, Rui de Castro diz que a Igreja deveria se posicionar melhor perante a falta de ética na gestão publica, pois considera que a educação da cidadania deva ter uma atenção especial.

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