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Habitantes das Centralidades e do Centro da Cidade de Luanda são os maiores devedores da EPAL

A Empresa Pública de Águas , EPAL, defende penas mais duras para aqueles que vandalizam as suas infraestruturas, numa altura em que só em 2023 os prejuízos ultrapassaram os 250 milhões de kwanzas.

De acordo com o director para Comunicação, Marketing e Relações Institucionais da empresa, Vladimir Bernardo, os municípios de Talatona e Kilamba Kiaxi lideram as ocorrências de vandalização.

Vladimir Bernardo, admite que a cobertura da rede de distribuição de agua, ainda é insuficiente para responder a demanda da população de Luanda, o que explica em parte o volume de casos de garimpo que se registam.

A Empresa Pública de Águas de Luanda (EPAL) acumula mais de 120 mil milhões de kwanzas em dívidas, mais de oitenta por cento delas da responsabilidade de clientes particulares, com destaque para os habitantes do centro da cidade e das centralidades.

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