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“Nós somos um país pobre, portanto, não pode haver luxo na miséria”… José Guerreiro, analista LAC

O analista para questões sociais, José Guerreiro, considera que o alvoroço presente na definição do salário mínimo, em Angola, surge em função do luxo ostentado pelos altos dirigentes do Governo.

Durante o programa “Jornal 7 dias da LAC”, o analista referiu que as elevadas mordomias e regalias que os principais dirigentes do país auferem não é adequado para a economia angolana.

“Angola é um país pobre, portanto, não pode haver luxo na miséria! O Governo deve repensar a sua estratégia financeira, no que diz respeito aos salários, mordomias e subsídios”, afirmou.

Para José Guerreiro, o país precisa reduzir o impacto negativo das despesas supérfluas para servir de exemplo e esperança para a população que recebe ainda um salário mínimo de 30 mil Kwanzas.

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