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Pouca mobilidade ao diálogo leva Angola a uma segunda greve nacional

A fraca mobilidade ao diálogo entre o Governo e as Centrais Sindicais resultou na adopção da segunda fase da greve interpolada no país, onde se pretende definir o salário mínimo nacional e os demais aspectos em torno do caderno reivindicativo.

Este parecer foi apresentado pelo analista para questões sociais, Rui de Castro, durante o “Jornal 7 dias” da LAC, emitido todas as segundas-feiras das 07h00min às 08h30min.

Segundo o analista, o facto do governo e os sindicatos terem-se reunido sete vezes não é motivo para um recurso a greve, pois, considera que a medida deve ser implementada quando não há condições de futuras negociações.

Rui de Castro salientou que a falta de informação do povo angolano sobre as precauções do Estado, em torno do caderno reivindicativo, tem sido um dos factores que tem dificultado um consenso entre as partes.

“O Governo salientou que está disponível para conversar, mas disse também que não se pode dar aquilo que não se tem”, retractou.

Para Rui de Castro, as Centrais Sindicais deveriam ter exigido mais encontros com o governo, antes de recorrer à greve, a fim de maior consciencialização dos interesses de cada entidade.

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