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Prisões arbitrárias e violência policial em Angola continuam a preocupar, diz Amnistia Internacional

Prisões arbitrárias, violência policial, impedimento de reuniões pacíficas e ameaças à liberdade de associação foram as principais fragilidades de Angola no domínio dos direitos humanos em 2023, identificadas no relatório anual da Amnistia Internacional (AI).
O documento hoje divulgado faz um retrato do estado dos Direitos Humanos em 155 países do mundo e alerta para as “consequências terríveis da escalada de conflitos e do quase colapso do direito internacional”.
No caso de Angola, no ano passado, “houve um progresso limitado na situação dos direitos humanos após um ano de turbulência em torno das eleições gerais de 2022”.

No que diz respeito a discriminação e violência contra pessoas com albinismo, a Amnistia Internacional destaca Angola pela positiva, já que o país adotou o Plano de Ação Nacional para a Proteção e Promoção dos Direitos Humanos das Pessoas com Albinismo.

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